Estúdio

•julho 12, 2009 • 2 Comentários

Fiz várias fotos em estúdio esses dias. A idéia era usar somente fundo branco e no máximo dois pontos de luz. Tem muita foto ainda para eu terminar de tratar, porque bastante gente passou pelo estúdio, mas por enquanto eu deixo algumas aqui para vocês verem.

Obrigada a todos os fotografados! Vocês foram ótimos!

tomita

helena

du_babi

banda

Analu

•junho 25, 2009 • 1 Comentário

O Pedro está para chegar e por isso fizemos algumas fotos dele ainda na barriga da mamãe.

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Esses dois aqui são os pais do Pedro, a Analú e o Rinaldo.

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E agora apresento a vocês, o Pedro:

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Foi super tranquilo fotografar os três. Eles acabaram ficando super a vontade e com isso consegui fazer muitas fotos bonitas.

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Cheguei na casa deles pela manhã cheia de equipamento de luz, mas dei sorte, o dia estava lindo e ensolarado e a luz da casa era muito bonita,  então pude fotografar só com luz ambiente.

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E é claro que não poderia faltar a foto clássica:

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Desejo aos pais que o Pedro lhes traga muita felicidade! E também que tudo corra bem no nascimento dele e que ele tenha muita saúde! Obrigada pela oportunidade de fotografá-los, foi muito bacana além de ter rendido muitas fotos bonitas.

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Projeto Cananéia – Energia Sustentável I

•maio 26, 2009 • 5 Comentários

Essa é a Kelly. Ela tem 16 anos, está no terceiro ano do ensino médio, nasceu e cresceu na comunidade de Pontal do Leste, na Ilha do Cardoso, litoral sul de São Paulo.

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Ela sonha em ir para a universidade para fazer enfermagem ou artes cênicas.

Todos os dias, para poder ir para a escola, Kelly acorda as 4h30 da manhã, se arruma e as 5 pega um barco que depois de 2 horas a deixa na comunidade de Ariri, que fica no continente e conta com energia elétrica convencional. Lá na escola, amparada por um professor, Kelly assiste diversas vídeo aulas até 12h15 e depois pega o barco novamente para chegar em casa lá pelas 2h30 da tarde.

Barco que leva os alunos todos os dias para a escola.

Barco que leva os alunos todos os dias para a escola.

A tarde, Kelly faz o que a grande maioria dos adolescentes faz: assiste sessão da tarde, vale a pena ver de novo, dorme, acorda, brinca com o sobrinho Otávio, estuda, ajuda a mãe com as tarefas de casa e termina o dia assistindo a mais 2 ou 3 novelas.

Otávio, sobrinho da Kelly

Otávio, sobrinho da Kelly

Mãe e sobrinho de Kelly ao lado do passatempo favorito da família, a TV.

Mãe e sobrinho de Kelly ao lado do passatempo favorito da família, a TV.

A única diferença entre a Kelly e vários outros adolescentes do Brasil é que se não houver sol, não há como assistir televisão.

Não existe energia elétrica convencional na Ilha do Cardoso. Em alguns pontos as casas são abastecidas através de geradores e em alguns outros, como é o caso de Pontal do Leste, através de placas solares que foram instaladas vários anos atrás e desde então estão completamente sem manutenção. Em Pontal do Leste as placas que ainda funcionam dão conta apenas de suprir a energia necessária para acender algumas lâmpadas e deixar uma televisão de 14 polegadas ligada por um certo período de tempo.

Kelly dando depoimentos para a nossa equipe.

Kelly dando depoimentos para a nossa equipe.

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Juarez, pai da Kelly é pescador, como a grande maioria dos homens de Pontal, mas teve que parar de sair para pescar porque está com um problema de saúde que o impede de trabalhar no mar.

Juarez e sua família

Juarez e sua família

Juarez nos contou que os pescadores de Pontal estão passando por um momento muito delicado. Grandes empresas usam barcos enormes para fazer a pesca em alto mar. Eles pegam tanto peixe que não sobra quase nada para os pescadores menores. Para se ter uma idéia, esses barcos grandes chegam a pegar em um único dia a mesma quantidade de peixe que toda a comunidade de Pontal pegava em uma safra inteira.

Antigamente os pescadores pegavam tanto peixe que todos os dias enchiam um barco e já levavam a mercadoria para Cananéia para abastecer peixarias da cidade e também para ser enviada para outras cidades. Porém, a quantidade de peixes que eles conseguem pescar hoje em dia é tão pequena que não compensa gastar tanto com o transporte até Cananéia, que é extremamente caro pelo fato de Pontal ficar distante de lá. Os moradores são unânimes em dizer que tudo iss poderia ser contornado se eles pudessem instalar um freezer na comunidade e conservar os peixes nele até que tivessem uma quantidade razoável para levar até Cananéia.

Entrada de Pontal do Leste

Entrada de Pontal do Leste

As dificuldades que as comunidades isoladas tem pelo simples fato de não terem energia elétrica suficiente para suprir todas as necessidades deles são muito evidentes e diversas.

Essas fotos e várias outras que ainda vou colocar por aqui fazem parte de um projeto que estamos desenvolvendo para documentar as comunidades de Pontal do Leste e Cambriú, ambas na Ilha do Cardoso. Em breve darei mais detalhes do projeto. E enquanto isso não acontece, vejam nesse link mais informações interessantes sob o ponto de vista de outro membro da equipe: http://derepente.com.br/2009/05/26/projeto-cananeia-energia-sustentavel/

Mari e Manga

•abril 25, 2009 • 7 Comentários

Minha semana começou com um e-mail com o assunto “boooommmbaaa”. Nem preciso abrir pra saber que foi algum dos meus amigos de infância que mandou para dizer que alguém que também estudou com a gente se casou. Pois é, só nessa semana foram 2 e-mails diferentes com o mesmo assunto. Isso sem contar que uma amiga veio me falar que foi pedida em casamento e um amigo veio me dizer que vai casar também.

Antes que vocês venham me dizer que eu vou ficar pra titia, que tô velha, ou qualquer coisa do tipo, deixo bem claro que tenho o espírito muito jovem e que é tudo uma questão de estar ou não na flor da idade. Hahaha! Mas enfim… Somado a todos esses casamentos teve também um casamento muito legal sábado.

Mari e Manga foram os pioneiros lá da turma de São Carlos.

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Eu fui como convidada, mas levei a câmera. É ótimo fotografar assim, sem aquela pressão de não poder perder nenhum momento. Ganhei até um tchauzinho do Manga quando ele percebeu que era eu quem estava fotografando.

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Esses dois formam aquele casal super divertido que estão sempre de bom humor e divertindo o resto da galera. Ano retrasado fizemos a péssima escolha (o Endrigo me mandou um e-mail corrigindo que não foi péssima escolha nada, foi divertido pra caramba, e ele tem razão) de irmos para Cerquilho no carnaval. O carnaval de lá é bem ruim, mas toda a galera de São Carlos foi então foi engraçado pra caramba. A Mari foi uma das que mais animou nosso feriadão com suas versões para a música “piriQUETE” (sem trema, porque trema caiu, né Mari?).

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O Manga, quando morava em São Carlos, comprou junto com os outros meninos da república dele uma kombi, muito, muito velha. O nome dela era Dercy. Não tinha fechadura, então eles fizeram um buraco na porta e colocaram uma corrente com cadeado. Na parte de trás tinha um sofá e um banco de jardim. A Dercy durou pouco, porque logo ela foi parar no pátio, mas que era engraçadissimo ver aquela molecada andando pra cima e pra baixo com a Dercy era. Qualquer dia coloco fotos da Dercy por aqui.

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O Manga dizia que só ia namorar se fosse pra casar. Começou a namorar a Mari e tá aí. Casaram! É muito legal ver o carinho que um tem com o outro. O jeito que eles se olham demonstra bem isso.

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Agora mais algumas fotos. O resto só quando os dois voltarem da lua-de-mel!

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Agora está dado início ao bolão para saber quem vai ser o próximo a casar. Eu não vou dizer nada não, mas deixo aqui uma foto como mensagem subliminar.

tigrao

Felicidades para vocês dois!

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A última vez

•abril 4, 2009 • 6 Comentários

Algumas lembranças…

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Coma a vontade por 2.95. “Nossa, subiu bastante o preço né?”

Sou da época que estudante pagava 1,99…

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O tal Florestan…

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img_0262Na ida caminhão assassino e na volta mais aventura.

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www.felipejannuzzi.blogspot.com

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A carioca.

Campinas

•abril 2, 2009 • 1 Comentário

Há muito tempo estou para colocar essas fotos aqui.

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São fotos feitas lá de cima do edifício mais alto de Campinas, chamado Edifício Mirante.

Desde pequena sempre tive vontade de subir lá e consegui porque um amigo fotógrafo (Tomas May) estava fazendo fotos para um projeto dele e conseguiu autorização para subir ao topo do prédio.

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Eu estava sem tripé. Então me debruçava no parapeito e deixava a câmera pendurada no pescoço pra tentar alguma estabilidade. É tão alto que dá até uma sensação estranha (mais uma vez comprovo que quanto mais velha eu fico, mais bundona).

Ralei todo o parasol tentando fazer a câmera ficar parada para fazer as longas exposições.  Usei celular, carteira e o que mais aparecesse como calço pra tentar deixar a câmera alinhada com o horizonte, mas tava difícil.

Ficamos por lá mais de 1 hora, mas parecia que não foram nem 10 minutos. Chegamos ainda estava claro e pegando o sol se pondo, pena que estava bem nublado no dia, mas mesmo assim, foi uma experiência marcante.

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Grande angular é um barato, não?

Tenho uma amiga que sempre que vai ver fotografias ela fica virando a foto para ver de tudo quanto é ângulo. Essa foto aí de cima, na verdade está de ponta cabeça.

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lá de cima

•março 7, 2009 • 3 Comentários

Já tem muito tempo que estou pra contar essa história. Então vamos lá.

O pessoal da Desafio me chamou pra fazer algumas fotos pra Tégula, que é uma empresa que faz telhas. O trabalho era ir até Jundiaí e fotografar casas que tem o telhado feito com tégula.

Bom, cheguei no primeiro condomínio e aí começou a dúvida. Como que alguém de 1,62m vai fotografar um telhado? Vi que lá tinha uma caixa d´água que daria uma vista ótima pra todos os telhados. Fomos até lá, mas ventava muito, e segundo o engenheiro que estava me acompanhando seria muito perigoso subir porque a torre balançava muito. Bom, primeira ideia já não deu muito certo. Então fui pra segunda idéia. Subi no morro que fica atrás do condomínio. Mas as fotos estavam muito de longe, não ficava legal, porque dava uma visão muito geral e eu queria fazer algo mais de perto. Resolvemos o caso entrando em uma casa de 2 andares e fotografando do segundo andar dela. O resultado foi o seguinte:

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o tratamento da imagens quem fez foi o Muh, que além de amigo, é um cara muito talentoso.

Missão cumprida.

Vamos à segunda missão. Segundo condomínio. Era um condominio chiquérrimo, enorme e com casas estilosas. Mas o problema era ainda maior. Só havia uma casa terminada, com acabamento pelo lado de fora e tudo mais, as outras estavam em construção. Então era dessa casa que eu teria que tirar foto. Porém não havia nenhum lugar mais alto que eu pudesse subir para tirar a foto. Havia sim uma casa bem no começo da fase  de construção. Mas não dava nem pra entrar ainda. A casa tinha 3 andares. E eu subi de escadinha, pelo lado de fora da casa os 3 andares. Que medo! Acho que quando mais velha eu fico mais bundona eu fico também. Sem dúvida nenhuma fazer isso alguns anos atrás não seria problema nenhum pra mim. Mas sei que quando cheguei no ponto mais alto do telhado minhas pernas bambearam. Mas o que mais me deixou com medo é que subi e desci com a câmera pendurada em mim. E o medo de bater a câmera ou deixar cair?! Com certeza seria muito pior do que um tombo meu. Haha

Bom, por fim a foto que eu fiz foi essa. A casa que eu subi era parecida com essa, então imaginem que o lugar que eu estava era o ponto mais alto do telhado, agora imaginem subir até lá na escadinha de aluminio.

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Agora impagável mesmo era me ver com a camera pendurada em mim como se fosse um filho, mochila e capacete de pedreiro. Mas essa foto eu vou deixar de publicar.    ;-)

Em 50mm

•março 4, 2009 • 6 Comentários

Sou do tipo nostálgica. Muita gente já me falou isso.

Então vou colocar fotos de detalhes de um lugar que vai me fazer muita falta.

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É… dá saudade…

Lelê e Lucas

•fevereiro 21, 2009 • 18 Comentários

Com certeza absoluta a Lelê vai contar essa história de uma forma muito mais engraçada e mais legal de se ler, mas vamos ao meu lado da história.

Não sei direito como comecei a ler o Blog dela. Sei que entrei, li um post, morri de rir e não deu outra: li o blog inteiro. Engraçadíssimo. A Lelê realmente tem talento. Ela escreve de uma forma que te prende e as histórias são sempre tão boas que logo o endereço já tá lá nos favoritos e você entra sempre pra ver se tem alguma atualização. É com certeza a dose diária de bom humor de muita gente.

Bom, o fato é que espalhei o endereço do blog pra todo mundo que conheço e logo as histórias de Lelê e Luquinhas (o filho dela) já viraram assunto nas nossas mesas de bar e no camarote da Brahma (apelido carinhoso da sacada da república que eu morava). A gente cascava o bico comentando as histórias e as tiradinhas do Luquinhas.

Depois de muito tempo lendo e nunca comentando, comecei a comentar alguns posts que ela escrevia. E ela respondeu.

Tempos depois eu fui fazer um trabalho de fotografia que era fotografar uma família. Eu contei essa história pra vocês aqui no blog. Uma amiga minha disse que ao ver essas fotos lembrava da Lelê e do Lucas. Foi quando eu resolvi escrever um e-mail. Falei sobre fazermos algumas fotos deles e para meu espanto ela me respondeu dizendo que já tinha visto meu portifólio inteiro na internet.

Eu já tinha que ir pra São Paulo mesmo, porque ia a um evento, então marcamos pro final de semana depois desse evento. Aí na véspera ela me disse que também estaria trabalhando nesse evento e marcamos de nos encontrar. E nosso diálogo foi mais ou menos assim:

-Estou indo praí agora. É facil me encontrar, estou com uma blusa de oncinha pink e da pra ver as tatuagens com os desenhos do Lucas que eu fiz.

-Lelê, esquece as tatuagens, vai ser fácil encontrar alguém com blusa de oncinha pink, tenho certeza. Hahaha

E a gente se encontrou. Fomos tomar uma coca e depois sentamos pra conversar. A Lelê é daquelas pessoas de fácil conversar e claro, figuraça.

Marcamos as fotos para um domingo e é aqui que começa realmente a história.

Cheguei na casa deles na hora do almoço (muuuito conveniente, por sinal) e no começo nem tirei a câmera da mochila porque a Dona Rose já tinha dito que o Lucas faz caretas toda vez que alguém aponta a câmera pra ele. Então ficamos conversando. O Lucas é daquelas crianças cheia de energia, não para de falar um minuto e está sempre querendo te convencer a brincar com ele. A família toda é divertidíssima. Vou colocar aqui alguns dos vários pontos altos do domingo.

Primeiro fomos brincar no quarto. O Lucas me apresentou ao “mundo de brinquedos” (palavras dele) que ele tem no quarto dele. Realmente é brinquedo aos montes. O menino é uma graça, do tipo gentleman mesmo, até arrumou um lugar para eu sentar. E começou a jogar vídeo game e a me explicar cada passo do jogo.

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Depois chegou a Lelê e a brincadeira mudou.

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Depois disso chegou a hora do almoço. Tinha galeto e o Lucas pediu peito porque ele adora peitos. De frango, galeto, mulheres. Haha!

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O Lucas ganhou uma bicicleta de natal, mas ela veio sem rodinhas, então depois do almoço descemos e a Lelê foi tentar ajudar o Lucas a aprender andar de bike.

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Ela tentou de tudo, até mostrou pra ele como fazer.

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Mas nem adiantava insistir. Porque o Luquinhas afirmava que ele era bom mesmo no patins e não na bicicleta. Então ele insistiu tanto que a Lelê subiu pra buscar os patins. Nessa hora a gente foi beber água. Ele tava bebendo água daquela torneirinha do bebedouro que é feita pra pegar água com o copo e tava na maior dificuldade. Aí eu falei pra ele tentar beber do outro que era mais fácil. Só que o jato era tão forte que ele molhou a camiseta todinha. Nessa hora ele tirou a camisa e mandou:

-Gabi, vc sabia que homem sem camisa e de calça jeans faz muito sucesso?

-É mesmo Lucas? Quem te falou isso?

-Nasci sabendo Gabi, tem coisa que homem nasce sabendo.

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homem sem camisa e de calça jeans que faz muito sucesso

Quem não conhece não acredita que o Lucas possa ter tantas tiradinhas sensacionais quanto a Lelê escreve no blog. Mas não é que o moleque fala aquelas coisas todas mesmo! Hahah, de onde criança tira essas coisas, né?

E teve o momento patins! Com direito a tantos tombos que o Lucas passou a dizer que o forte dele não era patins.

-Então qual é seu forte, Lucas?

Lelê perguntou.

-Bicicleta mãe, acho que é bicicleta.

Risos.

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Depois disso subimos porque ia começar o jogo do Curingão. Todo mundo a caráter!

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E não é que o Corinthians ganhou? Teve até comemoração na hora do gol.

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A Lelê é daquelas mães que todo moleque quer ter. Brinca de correr, gosta de futebol, não tem frescuras e é divertidíssima. É muito legal ver como os dois são companheiros um do outro e como eles se gostam.

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São tantas coisas pra falar dessa família tão especial que eu acabo até me perdendo. Só lendo o blog mesmo, ou melhor, conhecendo pessoalmente mesmo pra ter idéia. O Lucas é daquelas crianças super inteligentes e que tem cada tiradinha que você não sabe de onde ele tirou. Pra vocês terem idéia, quando falei que eu ia embora ele veio me sugerir que eu fosse a babá dele. A Lelê falou que só teria dinheiro pra babá se ele saisse do kung fu, natação e futebol. Ele disse que não precisava porque ele me pagaria com o dinheiro do cofrinho dele.

-Mas Gabiiiii, pensa bem, são CEM reais por ano!! Não dá pra dizer não!

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A D. Rose e o S. Fausto são bem engraçados também. Enquanto eu estava lá com eles peguei esse diálogo:

S. Fausto:

-Lelê, sabe aquela egípcia mãe de Fulano?

Lelê:

-Sei sim pai.

S. Fausto:

-Então… Ela disse que te achou linda, falou que você é muito bonita mesmo.

D. Rose:

- Ah, mas vamos combinar que a mulher é egípcia. O padrão de beleza dela é bem distorcido.

Hahaha, é mole? Dá pra sacar logo de onde a Lelê e o Lucas tiraram o senso de humor deles.

024Fui embora com vontade de voltar já. Foi um domingo tão divertido com pessoas tão especiais que com certeza tem que ser repetido. A Lelê é uma pessoa muito bacana, engraçadíssima e dá um duro danado pra fazer o Lucas e todo mundo em volta dela feliz. Lelê, tenho certeza que com todo seu carisma você vai muito longe. Sem dúvida nenhuma tudo isso veio dos seus pais, que são pessoas muito boas (e é muito fácil perceber isso). O Lucas é sem dúvida uma das maiores figuras que já conheci e o companheirismo dele com você é algo raro de se ver por aí. Muito bom ter a amizade de vocês. Desejo só o melhor pra vocês e que vocês possam sempre estar por perto, porque isso já me garantiria muita alegria e gargalhadas.

Beijos e pro resto do pessoal, não deixem de ler o Blog da Lelê, duvido que alguém vá se arrepender.

Deixo aqui mais algumas fotos deles pra vocês:

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E por fim as fotos pra matar todo mundo de inveja. =P

A primeira foi a Lelê que tirou e a segunda o Luquinhas:

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fejuca

•janeiro 17, 2009 • 7 Comentários

Gosto de casa cheia. Gosto que as pessoas venham até a minha casa. E assim era o espírito da Rep Our. Precisou de um lugar pra reunir a galera, podem ir pra Rep Our. Isso nos rendeu muita risada, muitas festas e quando morávamos em apartamento inúmeras broncas e até multa. Depois que fomos pra uma casa a coisa melhorou um pouco, porque a casa fica bem no centro da cidade, rodeada por comércio.

E é nesse climão de nostalgia total que vou colocar aqui algumas fotos do dia que fizemos uma feijoada lá em casa.

O pessoal chegou cedo, mas ainda faltava muito pra fejuca ficar pronta. E numa dessa montou-se a linha de produção das caipirinhas.

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O problema é que realmente ainda faltava muito tempo MESMO pra feijoada ficar pronta. Enquanto isso, o pessoal, de barriga vazia, bebia cerveja, caipirinha e dançava empolgadamente os piores pagodes da nossa infância e adolescência, com direito a Molejão, Grupo Raça e por aí vai. Lá pelas tantas, a feijoada ficou pronta. Comemos muito. Eu comi a ponto de quase passar mal. Tava muito, muito boa a feijoada! Depois disso pegamos todos os colchões da casa e espalhamos pela sala. Tava todo mundo semi morto (ó ceus, novas regras de ortografia, como escrevo semi-morto?) de tanto comer então todos tiraram um bodinho.

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Depois de várias horas de digestão deu-se início a sessão de jogatina. Eu sou uma péssima jogadora de qualquer coisa, mas naquele dia eu estava on fire, como diria o Du, e eu e o Xonha (péssimo competidor também) milagrosamente ganhamos várias e várias rodadas de truco.

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Logo ao lado instalou-se uma quadra de twister.

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E assim passamos o domingo todo. Até a noite, quando alguns ainda tiveram coragem e espaço na barriga pra fazer o segundo round de fejuca.

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É… saudadosismo…